Postado por: Maac Gouveia segunda-feira, 14 de outubro de 2013



Hum... Não é que realmente possamos sentir o gosto dos livros, mas é realmente uma delícia devorá-los. Sabe quando te dá aquela onda de vontade e você não consegue largar o livro, ansiando pelo que encontrará na página que vem? É por que o livro é tão maravilhoso que você simplesmente vicia. Você até tenta ler devagar, mas a fome é maior e você acaba lendo tudo aquilo em segundos. Nessa coluna do blog, iremos te dar dicas para que você conheça novos livros ou conheça melhor alguns para que possam mascar eles, tal como fossem um chiclete, saboreando cada página, cada linha, cada parágrafo. Sabor de hoje: Diários!

Livros-diários são muito comuns, atualmente. Se você nunca leu algum, você certamente já ouviu falar de algum deles. Caso nunca tenha ouvido, agora irá! Vamos começar o Masque Livros de hoje com Diário de um Banana. A série de livros conquistou milhares de fãs ao redor do mundo inteiro por sua linguagem simples e cheia de ilustrações e no que o livro mais se dedica é a comicidade. Três de seus livros já foram adaptados para o cinema e teve igualmente um grande público... Todas os livros contam a história de Greg Heffley que está começando o seu ensino fundamental. Aquela época em que acontecem mil aventuras na nossa vida e é isso que as obras retratam de um modo bem caricato.






Diário de um vampiro banana segue essa mesma linha. Só que ao invés de ser de um simples garoto, o livro é de um vampiro... Ou seja, muitas aventuras assustadoras. Além desse, Tim Collins também escreveu o Diário de um lobisomem banana. Sinopse: Imagina um adolescente de 15 anos descobrir que terá que lidas com acne, voz entrecortada e a falta de habilidade com as meninas por toda a eternidade? Pois é exatamente isso que acontece com Nigel Mullet, que aos 15 anos é transformado em vampiro. Sem saber como lidar com tudo isso, Nigel começa a escrever um diário onde narra de maneira dolorosamente engraçada as suas tentativas desesperadas de ser notado por Chloe Sparrow, o amor de sua via; a dificuldade constante com seus pais vampiros e o medo de que eles possam, acidentalmente, comer um de seus amigos; a frustação por ter toda a eternidade entediante pela frente e não poder, nem ao menos, tirar um cochilinho, já que vampiros não dormem. Forçado a andar com os góticos por causa de seu estilo e lutando constantemente contra o embaraçoso desejo de fincar suas presas no pescoço de Chloe, será que Nigel conseguirá ganhar sua garota? Descubra em Diário de um Vampiro Banana que os mortos também têm sentimentos.


Diário de uma Garota Nada Popular
Diário de uma garota nada popular, de Rachel Renée Russell, também segue a mesma linha dos dois supracitados. Nikki está entrando numa nova escola e com isso acontecerá uma nova paixão, encontrará uma nova garota malvada, entre muitas outras novas experiências. Pelo menos para isso, ela tem o seu diário, onde contará tudo.











Querido Diário Otário vem para fechar essa linha de diários mais adolescentes e descontraídos. No primeiro livro da série de Jim Benton, Jamie Kelly consegue, através de estratégias mirabolantes, ler a ficha disciplinar de sua maior inimiga, a linda e loira Angelina. Mas a ficha acaba sumindo! Quem será o culpado? Fedido, o beagle vingativo, ou o priminho Dudu?


Agora, saindo da linha cômica e indo para uma linha mais dramática, temos O Diário de Anne Frank. Acho que você deve ter ouvido esse nome em alguma aula de História ou quem sabe de Literatura, já que esse livro foi escrito durante um período muito conhecido da história do mundo: A Segunda Guerra Mundial. Anne queria tornar-se escritora, mas os planos de Hitler para a Alemanha e o resto do mundo eram outros, o que acabou levando a menina judia para um de seus campos de concentração. Ela ainda assim conseguiu escrever algumas vezes, tanto no Anexo Secreto, lugar onde se escondia com a sua e mais uma família, como nos próprios campos de concentração... O pai, Otto H. Frank, acabou vários anos depois, conseguindo realizar o desejo da filha, publicando o seu livro. Um relato incrível sobre a guerra.





E Anne Frank não foi a única a escrever um relato sobre sua vida durante esse período tão sangrento, Helga Weiss também o fez, o que acabou virando O Diário de Helga. Sinopse: Calcula-se que das 15 mil crianças que passaram pelo campo de internamento de Terezín, na Tchecoslováquia, apenas cem chegaram com vida ao fim da Segunda Guerra Mundial. Helga Weiss, uma dessas raras sobreviventes, é autora de um dos mais comoventes testemunhos do Holocausto. Em 1938, por ocasião da ocupação nazista da Tchecoslováquia, a menina de 8 anos, filha de um bancário e uma costureira, começou a escrever em um caderno suas impressões. Seus escritos e desenhos registram com o olhar infantil tudo o que aconteceu com sua família, desde a segregação dos judeus ainda em Praga até a desumana rotina de privações e doenças de Terezín, onde um carro fúnebre fazia rotineiramente o transporte de gÊneros alimentícios. Depois de três anos em Terezín, Helga e sua mãe viveram uma tétrica peregrinação por campos de extermínio como Auschwitz, onde a menina escapou por pouco da câmara de gás. Ao final da guerra, Helga, então com 15 anos, acrescentou o relato dessa experiência a seu diário. Em cada palavra e desenho, há uma lembrança de um passado que não pode ser esquecido. Artista plástica respeitada, Helga Weiss, 83 anos, vive em Praga, no mesmo apartamento onde morou com os pais antes da deportação.

Agora, saindo do dramático e voltando pra uma espécie de cômica, mas mais adulta, temos O Diário de Bridget Jones, livro que originou o filme de grande sucesso de mesmo nome. Sinopse: Desde as primeiras linhas deste diário, você vai achar que já conhece Bridget Jones de algum lugar. Ela está na faixa dos 30 anos, é solteira, mora numa cidade grande, quer parar de fumar, acha que está marcando passo no emprego, tomou a firme resolução de fazer ginástica três vezes por semana e assumiu o compromisso de não chegar ao fim do ano sem aprender e programar o videocassete. Parece familiar? Então aqui vão outras características de Briget. Desconfia dos livros de auto-ajuda, mas não resiste a dar uma olhadinha neles. É um desastre na cozinha, mas fantasia jantares inesquecíveis com o auxílio de livros de culinária. Banca a mulher independente, mas não passa uma noite sem sonhar com o príncipe encantado. Sofre com a ideia de não receber presente no Dia dos Namorados, mas em seguida, se convence de que esta é só uma data comercial. Ainda se espanta com homens que desaparecem depois do quarto encontro por que a relação está ficando muito séria. Agora você tem certeza que a conhece, não é? O mundo está mesmo cheio de Bridgets. Por isso, este livro fez tanto sucesso na Inglaterra (onde foi escrito), nos Estados Unidos, na França e onde mais tenha sido lançado. É impossível ler o diário de Bridget Jones e não identificá-la. Ou não se identificar com ela. Como toda sua geração, Bridget vive as agruras do pós-feminismo, convive com as neuroses da nova família, sobrevive na frieza das grandes metrópoles, mas, principalmente, enfrenta o dia-a-dia com um inabalável bom humor. Bridget é muito engraçada. Aproveite que ela escreveu um diário e divirta-se.

Bem, além de todos esses, ainda temos exemplos como Diários de uma paixão, de Nicholas Sparks, que conta uma romântica história de amor e Diários de um vampiro, um romance sobrenatural que é uma série televisiva de sucesso. Você já leu algum destes ou tem mais algum que conhece e por acaso não está na lista? Expressem-se nos comentários!

{ 1 comentários... leia-os abaixo e comente também! }

  1. Dos primeiros diários, os mais infato-juvenis, o melhor é, com certeza, Querido Diário Otário, pois as situações vividas por elas são tão cômicas e impossíveis que dá vontade de rir até dar uma dor, kkk
    Até mais ;D
    Otávio Braga || www.bookolicos.com

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