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Diversas Capas #59 - O Oceano no fim do caminho
Dependendo da edição ou da editora, a capa de um livro pode ser mudada. Talvez apenas o título seja mudado para a nova língua, talvez haja realmente uma nova arte que modifique tudo. Depende de como cada editora quer manter o livro. E é isso que vou mostrar aqui, a diferença das capas segundo seus países. Talvez tenham mais capas, mas essas foram as que eu encontrei. O diversas capas desta semana é de um dos livros de um grande autor. Vejam algumas capas do livro O Oceano no fim do caminho, de Neil Gaiman {Link da Resenha}
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| Capa brasileira e as duas versões da capa americana e inglesa |
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| Capa húngara e edição limita americana |
Infelizmente só conseguir encontrar apenas quatro capas diferentes, já que a brasileira é igual a uma das versões originais. Esta versão também foi reproduzida na maioria dos outros países em que o livro foi publicado. Das encontradas, considero a mais bonita a versão brasileira e vocês acham qual?
Resenha: Os filhos de Anansi, de Neil Gaiman
Livro: Os filhos de AnansiEditora: Conrad
Autor: Neil Gaiman
Páginas: 334
Sinopse: O livro conta a história de Fat Charlie, um tímido americano que escolheu ter uma vida pacata e sem-graça como contador numa empresa londrina. Ao ir ao funeral de seu pai, Sr. Nancy, Fat Charlie ouve uma velhinha, amiga do pai há anos, dizer que ele na verdade era o deus Anansi, uma divindade trapaceira e brincalhona da mitologia africana. A partir desse episódio, sua vida vira de cabeça para baixo.
Os Filhos de Anansi mistura mitologia com toques xamanistas, elementos do folclore afro-americano e uma deliciosa descrição do mundo interior de um homem muito tímido mas, acima de tudo é uma história sobre algo bastante comum: as conturbadas relações entre pais e filhos.Tudo isso envolto num humor discreto capaz de fazer o leitor rir com uma única linha.
A obra é a continuação do consagrado escritor Neil Gaiman para sua saga a respeito de deuses modernos.
Olá gente! Tem algum tempinho que não posto resenha, o motivo disto é a falta de tempo, pois estou estudando em dois turnos e isso diminui meu tempo de leitura e o de fazer resenha, no entanto estou tentando arrumar meu horário sendo assim consequentemente aos poucos irei voltar ao meu ritmo normal de postagem.
Depois de ler Sandman criei um carinho grande por Neil Gaiman e comecei a procurar outras obras do autor, nisto eu li O oceano no fim do caminho que já tem resenha aqui no site e agora Os filhos de Anansi. A primeira coisa que me chamou a atenção para este livro foi saber que se tratava de mitologia e eu como uma boa semideusa e fã de mitologia na hora quis já começar a ler.
Com a sinopse já diz, a trama gira em torno de Fat Charlie, ou melhor Charlie, que sempre teve um relacionamento meio abalado com seu pai do qual ele achou que constantemente o constrangia de proposito. Ao se mudar para Londres, ele preferiu manter uma certa distancia, no entanto quando ele soube que seu pai morreu ele imediatamente toma um avião para ir ao enterro. É a partir deste ponto que a história começa a ganhar forma, quando Charlie descobre por uma vizinha, a Sra. Higgler, que ele tem um irmão gêmeo e o mais incrível e assustador que seu pai na verdade era um deus, Anansi.
A Sra. Higgler revela que quem ficou com os poderes de Anansi foi o irmão gêmeo desconhecido de Fat e para reencontra-lo, ele deve falar para uma aranha que deseja ver seu irmão. No começo é obvio que ele não leva esta história a sério, mas a curiosidade fala mais alto fazendo com que ele faça o que a Sra. Higgler pediu e inesperadamente aparece Spider, irmão de Charlie, trazendo uma levada de problemas para sua vida.
Uma coisa que me chamou a atenção na trama foi a mitologia, mas isso se deve ao tipo que apareceu, pois estou acostumada a ler sobre egípcia, nórdica, grega e romana, mas nunca tinha lido nada de mitologia africana, então isso foi uma grande presente. Com uma narrativa apresentando um tom as vezes de lenda e marcado por citações de músicas, ela flui muito bem apesar de ter alguns momentos mornos.
Em relação aos deuses presentes, se ver uma especie de mistura de partes humanas com animais que criou um ar interessante e as lendas contadas ajudou a deixar a trama bem fascinante. Falando de lendas, admito que eu achei bem divertido o jeito de Anansi que tentava e conseguia passar a perna em todo mundo.
A respeito dos outros personagens, alguns não me agradou como no caso de Rosie, noiva de Fat, que eu achei bem sem graça. No entanto, me surpreendi com relação a outros como Grahame Coats que eu pensei que seria um personagem chato, mas que no final o modo como ele tratava o que estava fazendo foi algo curioso.
Fui ver só agora que este livro se trata de um spin-off do livro Deuses Americanos do autor e que eu ainda não li, entretanto na minha opinião, não interfere em nada se o leitor já leu ou não o outro livro, pois eu terminei a leitura da obra e não achei que ficou nada solto na trama e que precisasse de um conhecimento anterior. Enfim, recomendo não apenas o livro como o autor que ainda - e espero que nunca - me decepcionou em nenhuma obra feita.
Ah, não se esqueça de uma coisa: Todas as histórias são de Anansi.
Com a sinopse já diz, a trama gira em torno de Fat Charlie, ou melhor Charlie, que sempre teve um relacionamento meio abalado com seu pai do qual ele achou que constantemente o constrangia de proposito. Ao se mudar para Londres, ele preferiu manter uma certa distancia, no entanto quando ele soube que seu pai morreu ele imediatamente toma um avião para ir ao enterro. É a partir deste ponto que a história começa a ganhar forma, quando Charlie descobre por uma vizinha, a Sra. Higgler, que ele tem um irmão gêmeo e o mais incrível e assustador que seu pai na verdade era um deus, Anansi.
A Sra. Higgler revela que quem ficou com os poderes de Anansi foi o irmão gêmeo desconhecido de Fat e para reencontra-lo, ele deve falar para uma aranha que deseja ver seu irmão. No começo é obvio que ele não leva esta história a sério, mas a curiosidade fala mais alto fazendo com que ele faça o que a Sra. Higgler pediu e inesperadamente aparece Spider, irmão de Charlie, trazendo uma levada de problemas para sua vida.
Uma coisa que me chamou a atenção na trama foi a mitologia, mas isso se deve ao tipo que apareceu, pois estou acostumada a ler sobre egípcia, nórdica, grega e romana, mas nunca tinha lido nada de mitologia africana, então isso foi uma grande presente. Com uma narrativa apresentando um tom as vezes de lenda e marcado por citações de músicas, ela flui muito bem apesar de ter alguns momentos mornos.
Em relação aos deuses presentes, se ver uma especie de mistura de partes humanas com animais que criou um ar interessante e as lendas contadas ajudou a deixar a trama bem fascinante. Falando de lendas, admito que eu achei bem divertido o jeito de Anansi que tentava e conseguia passar a perna em todo mundo.
A respeito dos outros personagens, alguns não me agradou como no caso de Rosie, noiva de Fat, que eu achei bem sem graça. No entanto, me surpreendi com relação a outros como Grahame Coats que eu pensei que seria um personagem chato, mas que no final o modo como ele tratava o que estava fazendo foi algo curioso.
Fui ver só agora que este livro se trata de um spin-off do livro Deuses Americanos do autor e que eu ainda não li, entretanto na minha opinião, não interfere em nada se o leitor já leu ou não o outro livro, pois eu terminei a leitura da obra e não achei que ficou nada solto na trama e que precisasse de um conhecimento anterior. Enfim, recomendo não apenas o livro como o autor que ainda - e espero que nunca - me decepcionou em nenhuma obra feita.
Ah, não se esqueça de uma coisa: Todas as histórias são de Anansi.
Resenha: O Oceano no fim do caminho, de Neil Gaiman
Livro: O Oceano no fim do caminho
Editora: Intrínseca
Autor: Neil Gaiman
Páginas: 208
Sinopse: Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos. Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino.
Ele sabia que os adultos não conseguiriam — e não deveriam — compreender os eventos que se desdobravam tão perto de casa. Sua família, ingenuamente envolvida e usada na batalha, estava em perigo, e somente o menino era capaz de perceber isso. A responsabilidade inescapável de defender seus entes queridos fez com que ele recorresse à única salvação possível: as três mulheres que moravam no fim do caminho. O lugar onde ele viu seu primeiro oceano.
Capa e sinopse de novo livro de Neil Gaiman
Como a maioria deve saber, um livro de Neil Gaiman, famoso por Stardust, Deuses Americanos e Coraline, está vindo para o Brasil e será publicado pela Intrínseca. Ainda sem previsão de que mês será lançado, o livro não tem capa nem título definido, mas a capa e sinopse do livro americano, já saiu a tempos, e será lançado em julho deste ano.
Sinopse: The Ocean at the End of the Lane ( O Oceano no Final da Pista, em tradução literal) é uma fábula que remodela a fantasia moderna: tocante, aterrorizante e melancólico - tão puro como um sonho, tão delicado como asas de borboleta, do gênio Neil Gaiman.
Começamos com nosso narrador quarenta anos atrás, quando ele tinha apenas sete: O inquilino roubou o carro da família e se suicidou dentro dele, perturbando antigas forças que seria melhor serem deixadas quietas. Criaturas além desse mundo, ficaram as soltas, e isso levará nosso narrador a fazer de tudo, apenas para permanecer vivo: há um horror primitivo e uma ameaça desencadeada agora – dentro de sua família e das forças que se reuniram para destruí-lo.
E aí, vai esperar?
Diversas Capas #04 - Coraline
Dependendo da edição ou da editora, a capa de um livro pode ser mudada. Talvez apenas o título seja mudado para a nova língua, talvez haja realmente uma nova arte que modifique tudo. Depende de como cada editora quer manter o livro. E é isso que vou mostrar aqui, a diferença das capas segundo seus países. Talvez hajam mais que essas, mas foram as que encontrei. Dessa vez, é Coraline.
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| Capa original estado unidense e a brasileira, com a mesma arte de capa. Mais um modelo de capa em inglês. |
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| Graphic Novel do livro. E mais uma capa inglesa. Depois uma capa Japonesa, retratando pessoas com olhos de botão. |
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| Versão tie-in do livro, com a Coraline do filme. Capa Italiana e Alemã. |
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| Uma capa japonesa, com uma Coraline loira. E duas russas, a segunda com um rato, do Sr. B. |
Resenha: Coraline, de Neil Gaiman.
Livro: Coraline
Editora: Rocco
Autor: Neil Gaiman
Páginas: 155
A história de Coraline é de provocar calafrios. A narrativa dá muitas voltas e percorre longas distâncias, criando um ‘outro’ mundo onde todos os aspectos de vida são pervertidos e desvirtuados para o macabro. Ao mesmo tempo sutil e cruel, o autor gosta de desafiar as imagens simples dos livros infantis tradicionais. No livro, a jovem Coraline acaba de se mudar para um apartamento num prédio antigo. Seus vizinhos são velhinhos excêntricos e amáveis que não conseguem dizer seu nome do jeito certo, mas encorajam sua curiosidade e seu instinto de exploração. Em uma tarde chuvosa, a menina consegue abrir uma porta que sempre estivera trancada na sala de visitas de casa e descobre um caminho para um misterioso apartamento ‘vazio’ no quarto andar do prédio. Para sua surpresa, o apartamento não tem nada de desabitado, e ela fica cara a cara com duas criaturas que afirmam ser seus “outros” pais. Na verdade, aquele parece ser um “outro” mundo mágico atrás da porta. Lá, há brinquedos incríveis e vizinhos que nunca falam seu nome errado. Porém a menina logo percebe que aquele mundo é tão mortal quanto encantador e que terá de usar toda a sua inteligência para derrotar seus adversários.
É Halloween! Festa tradicional americana,
mas não é por isso que ficaremos de fora, não é? Então é isso. Não sou do tipo
que gosta de literatura de horror/terror, nem mesmo me interesso por vampiros,
licantropia, ou coisas do tipo, então o livro mais próximo de Halloween que já
li, é Coraline, por isso a resenha é ele!
Esse livro foi um dos que eu primeiro
assisti o filme que conta a história e depois li o livro e enfim, me
decepcionei. Uma coisa horrível é quando se quebra expectativas. O livro conta
a história de uma menininha, Coraline que acaba de se mudar para uma nova casa.
Numa tarde chuvosa, a menina estava sem nada pra fazer e foi fazer o que?
Bisbilhotar a casa nova, obviamente. A garota tanto procurou que encontrou uma
coisa que antes não havia visto. Uma pequena porta na sala de visitas.
Atrás dessa porta é que a aventura
realmente começa. É um mundo mágico, onde tudo que a pequena desejava tinha.
Ela tinha a atenção de sua mãe e seu pai, que não trabalhavam tanto quanto no
mundo real. Vizinhos que não a chamavam de Caroline ao invés de Coraline, coisa
que tanto a aborrecia. Além de que realmente tudo parecia melhor. Mas, quando a
esmola é demais o santo desconfia e a menina acaba percebendo que o mundo não é
tão mágico e bom assim como os Outros Pais contam.
A capa do livro é realmente legal. Dá a
impressão de ser uma simples capa com uma menina carregando uma vela num fundo
escuro, mas quando posiciona na luz, vemos um rato, mãos, uma agulha - que são
bem importantes para história por causa dos botões -, entre outras coisas.
Outra coisa legal esteticamente é o fato de ter desenhos no livro. Cada
capítulo é precedido por um deles e isso até ajuda a você a assimilar mais as
histórias. A escrita de Neil é ótima. Ele sabe muito bem por suspense e até
terror onde deve, fazendo com que a leitura fique mais interessante a cada
página. O livro é curtinho, mas é bom. É até recomendável.
Só não recomendo assistir o filme antes,
como eu mesmo havia falado que fiz. O filme é um pouco diferente e traz um personagem
novo - Wyborne - e que eu achei que ele foi essencial no enredo! A primeira
coisa que quis ver quando comprei o livro era algumas cenas do garoto e
Coraline, esperando ter detalhes mais profundos já que geralmente os filmes
pegam o principal deixando alguns detalhes para as cenas do livro, mas ele
simplesmente não estava lá. No filme também, outros personagens como as
ex-atrizes Spink e Forcible são até mais divertidas e a Outra Spink e a Outra
Forcible até fazem um espetáculo citando Shakespeare. Também acontece o mesmo
com Mr. B. Ou estou enganado ou no livro não há o incrível circo dos
camundongos saltadores!
Deixando o cinema e seus aspectos mais
visuais de lado, o livro é realmente muito bom e essa falta de dinamismo dos
personagens, se assim posso chamar, certamente é pelo fato de Gaiman querer
deixar seu livro com um toque a mais de horror e suspense.







